Café da Roça

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:. 16/04/2014.:

Café da Roça GESST

Convidamos sua Empresa a participar conosco do GESST (Grupo de Empresas de Segurança e Serviços Terceirizados), com início das reuniões na segunda quinzena de Abril de 2014 e, com previsão de reuniões BIMESTRAIS.
Haverá o CAFÉ DA ROÇA, no lançamento do GESST, que será realizado em 16 de Abril de 2014 às 09h30.

:. 31/01/2014.:

Pauta
Envie sua sugestão de Pauta para a Reunião dos Membros do GESST.
:. 1/02/2014.:

Terceirizada não paga salários e tem conta congelada

Bloqueio de R$ 1 milhão é determinado por calote em trabalhadores; episódio mostra a importância da luta contra o PL 4330
São Paulo – Empresa que presta serviço à prefeitura de Teresina, no Piauí, teve R$ 1 milhão bloqueados pela Justiça do Trabalho por não pagar salário, férias e 13º e não recolher o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de seus empregados.

A Havaí Comércio e Serviços Gerais vinha sendo acompanhada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) durante o ano de 2013. Por repetidos descumprimentos aos direitos trabalhistas, como atrasos nos pagamentos, o MPT foi levado a suspeitar de que a empresa estava prestes a dar o calote nos funcionários. O final do contrato dos trabalhadores está programado para dezembro de 2013.

Segundo a procuradora Maria Elena Rêgo, a decisão judicial é “uma forma de garantir que cerca de 500 trabalhadores não sejam ainda mais prejudicados”.

Em inspeção, foram encontrados recibos de pagamento, sem data, assinados pelos funcionários, uma flagrante tentativa de escamotear irregularidades.

Terceirização – Trabalhadores de alguns setores, como vigilância e limpeza, sofrem com a terceirização – permitida por serem serviços caracterizados como de atividades-meio, cuja finalidade não é a da empresa principal.

Diversas categorias, como os bancários, lutam hoje contra o projeto de lei (PL 4330), de autoria do deputado federal e empresário Sandro Mabel (PMDB-GO), que permite que as empresas terceirizem até suas atividades-fim.

> Veja como PL 4330 prejudica os trabalhadores

Um ponto perigoso do projeto é que, no caso de a terceirizada não pagar direitos, como verbas rescisórias, a empresa principal só poderá ser acionada na Justiça após encerradas todas as possibilidades de cobrança da terceirizada. A CUT defende a responsabilidade solidária, de acordo com a qual as duas empresas respondem pelas dívidas.


Mariana de Castro Alves, com informações do MPT – 4/12/2013

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